versos modernos,
sem métrica rima ou sentido;
Como um conjunto de silêncios vazios.
Cena de luto, de amor ao mundo,
de mochila nas costas.
Som do piano que carrega a paz de espírito consigo;
consigo e me mantenho inquieta;
Espero uma surpresa aflita, sem risos.
humor irritante
criança chata
adulto aborrecido
e mãe sonolenta.
Juntei tudo junto
pleonasmos e eufemismos
transformei em uma bagunça e pois eis o fim
sem respeito a gramática, sem respeito a tudo.
Retratos do cotidiano
A queimada da floresta local se faz presente;
perdida entre tantas desesperanças,
a melodia se contrasta abrindo um furor,
um olhar pensativo entre cochichos.
Os versos colorem uma página inteira
lembrando sua pior composição;
Como já escrito, lido e até relido em um livro,
uma alma precisa da sua
Procure encontrá-la
Como se valesse a própria vida.
17.5.10
under the ground
at 9:47 PM