A idéia já passou pela minha mente, confesso. E já cheguei a imaginar tantas versões da mesma.. Antes, durante ou então depois. É erro imaginar, sem dúvida. Como se escolhessem a nota mais irritantemente aguda num piano e a tocassem sem parar em minha mente, sem me fazer esquecê-la, mas querer ignorá-la quase sempre.
Aí entra o problema, com todo o seu poder destrutivo; esse ‘quase sempre’ me assusta. Não é sempre nem nunca, é quase sempre. É essa chancezinha que me tira o sono – justamente o objetivo que ela possui.
E o silêncio me envolve agora como um abraço - o abraço que tanto procuro agora.