Você abre mão.
Não que tenha desistido, mas se dá conta que tudo aquilo é em vão, que nada vai te deixar esquecer, de simplesmente as lembranças sumirem da sua memória.
Entre duas opções, você acaba escolhendo a mais pacífica. Talvez não fosse aquela a ação que você preferiria, mas sabe que é a mais correta. A mais você.
E você abre mão. Mas sabe que fez o certo quando olha pra trás e percebe que você não se importa mais. Está feliz com o que tem e sente-se bem com o bem estar do outro. E basta. É assim que você, finalmente, se dá conta que foi o correto. Que não foi um erro, que foi o final feliz pra uma história que jamais daria certo.
E é assim que o coração acalma, que a mente permanece inabalada e o riso se torna feliz novamente.