Coração padeceu, a luz do farol fugiu.
Pensamento se perdeu, correu para além-mar.
Ilusões majestosas, fingiu ser quem nunca há de ser.
Areia se moveu, era a brisa que respirava.
Garotinha se escondeu, o Sol a tinha deixado.
Ilhas silenciosas, quis ir para onde o coração pedia.
Lua sofreu, deixou seu encanto triste pela imensidão.
Sorriso apareceu, o brilho das estrelas cadentes era feliz.
Constelações numerosas, desejou justo o que não vira realidade.
Coração novamente bateu, a luz do farol voltou.
Pensamento compreendeu, ficou onde merecia estar.
Visões caprichosas, sonhou alto ao lembrar do que lhe faz falta.
Uma segunda presença percebeu,
A mão se entrelaçou.
A menina por fim encontrou
O que sempre lhe pertenceu.