É praticamente impossível não perceber. A idéia era genial, e a agradava, sem dúvida alguma; seu rosto de menina dizia tudo, mesmo quando se apresentava em silêncio.
Ao observar a fotografia, pareceu que tudo se tornava verdade – ela ainda não havia se convencido que era realidade –, era como se tudo saísse dos seus contos preferidos, das histórias de ninar que ouvia em sua infância, dos seus sonhos.. e fosse diretamente para sua própria história, sua própria história.
‘É sonho’, repetia ela para si mesma. Não acreditava, era uma realidade boa demais, é uma realidade boa demais; seu coração disparava feliz, e deixava tudo para depois por simplesmente sorrir por sua inocência.
Seu rosto de menina dizia tudo.