3.5.12

E então olho para longe, desejando brincar com um jogo de luzes, de inventar alguma nova cor que ainda não exista no arco íris, de criar alguma palavra que transmita, na sua pronúncia, o seu significado exato. Vontade de respirar o por do sol, de colocar a lua dentro de um vidrinho e levá-la, sempre brilhante, para onde quer que eu vá, e de finalmente perceber que a distância é fictícia.