6.9.09

Random.

De minhas palavras mais pertubadas, saem a verdadeira paz de meu espírito.

Um escritor jamais esquece do seu primeiro elogio, nem de sua primeira crítica esmagante, que coloca a sua auto-estima em um estado muito mais do que o negativo.
Por isso, escrevo não para as pessoas lerem, ou para ter muitas visitas em meus blogs, mas escrevo para o meu bem-estar. Para a minha satisfação. Para mim, e mais ninguém.
As vezes, meus textos são para alguém - quando esses possuem dedicatória, claro -, parecem que são escritos para alguém ou, como é o mais normal, não são feitos para ninguém.
Deixo esclarecido tais detalhes para, quem sabe, responder as suas perguntas.. ou não. Quem saiba, eu não responda nada, crie mais dúvidas e nunca mais responda nada.

Eu amo escrever. E é exatamente por isso que eu escrevo.
Sobre assuntos variados, inconstantes.. escrevo o que me dá vontade, quando me dá vontade.
Eu escrevo porque amo, e porque me faz bem. E ninguém pode me privar disso.
Foi assim que fui educada, e é nisso que acredito.
O talento da escrita, da fala, ou de tocar algum instrumento é algo que você - e apenas você - possui. E ninguém, jamais, vai poder tirar isso de você.

Que me chinguem, me odeiem, me amem ou me elogiem (da boca pra fora ou do fundo do coração), que me privem de viver, que me roubem.
Porque o meu talento de escrever, jamais de tirarão, jamais de roubarão, jamais de privarão de realizá-lo.
Sim, acredito em mim mesma, tenho em mim todos os sonhos do meu mundo, e acredito fielmente e cegamente neles.
E nada vai me derrubar, jamais. Porque, se eu acredito em algo, esse algo são as minhas palavras.